Dicas de limpeza com consciência e segurança

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Todo mundo sabe que a reparação de um veículo exige uma boa limpeza das peças e componentes. A uma primeira vista, qualquer produto de limpeza pode parecer a solução ideal. No entanto, antes de encarar este tipo de serviço, o correto é estudar as especificações desses produtos, assim como, os métodos de aplicação existentes, para que a oficina assegure a completa saúde dos seus funcionários e preze pela preservação do meio ambiente, além de deixar o patrimônio do cliente mais protegido.
O primeiro passo é escolher produtos que não agridam a saúde, o meio ambiente e o veículo, além de oferecer baixo risco de acidentes (explosões e incêndios). Em geral, todos os solventes e combustíveis, derivados do petróleo (gasolina, querosene, tíner e óleo diesel), são tóxicos e inflamáveis.
Os desengraxantes são uma alternativa muito mais vantajosa e eficaz em relação aos solventes tradicionais e combustíveis. Eles agem diluindo a sujeira e facilita a remoção por meio de um pincel. Tem excelente poder de limpeza, ótima ação protetora, é inodoro e não irrita a pele. Existem também aqueles que são solúveis em água, com formulação biodegradável, que podem ser lançados diretamente no esgoto sem que causem danos ecológicos.
Esses tipos de produtos, quando utilizados da forma adequada, além de serem ecologicamente corretos, facilitam o trabalho e não oferecem riscos à saúde e à segurança do profissional. A uma primeira vista, o desengraxante biodegradável, pode parecer mais caro. No entanto, como é utilizado diluído, com o passar do tempo ele pode se mostrar bastante econômico.
Recomendações
• Dê sempre preferência ao uso de produtos reconhecidos e desenvolvidos para a limpeza que será feita;
• Evite utilizar produtos inflamáveis e agressivos ao meio ambiente (querosene, tíner), eles colocam o planeta e a sua vida em risco;
• Caso os materiais utilizados não sejam biodegradáveis, contrate uma empresa especializada em recolhimento;
• Quando for manipular produtos químicos, lembre-se sempre de utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
Fonte: Revista O Mecânico

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