Seção “Longa Duração” da revista Quatro Rodas avalia o Novo Uno

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O Uno caiu na estrada e percorreu 7.611 km (apenas 20,3% na cidade). O ritmo puxado acabou evidenciando uma característica do Uno: a necessidade de escalas constantes na concessionária para manutenção. Justo o Uno, com suas revisões a cada 15.000 km. A razão de idas corriqueiras está no manual do proprietário, que recomenda o serviço de alinhamento, balanceamento e rodízio de pneus a cada 10.000 km e uma troca de óleo entre cada revisão. A substituição do lubrificante do motor a cada 7.500 km é recomendada apenas para os carros que rodam sob condições de uso severo – e, como a Fiat considera que o ar repleto de partículas sólidas e o trânsito pesado dos grandes centros urbanos caracterizam tal condição, seguimos as indicações do manual à risca. Assim, nosso Uno fez dois pit-stops no mês, um aos 20.000 km para alinhamento, balanceamento e rodízio de pneus (por 120 reais, na concessionária paulistana Amazonas), e outro  aos 22.500 km, para troca de óleo e filtro (por 178 reais, na autorizada Auguri, também na capital de São Paulo). Entre uma parada e outra, foram apenas nove dias.

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Na hora de decidirmos o que mais seria contado sobre o Uno para esta edição, surgiu o dilema: “Está tudo ok com ele. Nada de defeitos ou críticas apontados pelos motoristas que o dirigiram”. Nada mais natural, então, que colocar em prática a função prioritária da seção Longa Duração: aferir o convívio com o carro. Um modelo completamente novo Não revelar problemas ou defeitos mesmo para um time de pessoas críticas é destaque sim, senhor. Os equipamentos funcionam perfeitamente e não há uma nova fonte de ruído a cada semana. Ainda que utilizado num ritmo acelerado, o Uno tem seguido firme – só não dá para dizer “forte” porque seu motor 1.0 carece de fôlego, principalmente na estrada.


Fonte: revista Quatro Rodas, Editora Abril – Abril/2011

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