Sêo Zé entrou pelo cano com a proteção veicular

Um carro, mesmo dos mais simples, não é um bem que custa pouco. Em razão disso, vale todo esforço para mantê-lo em bom funcionamento e bem seguro, certo? Pensando bem a esse respeito, quem iria imaginar que a proteção veicular seria uma baita roubada?

Pois foi o que descobriu o Sêo Zé, crente de que havia protegido o seu caminhão! Imagina só que tristeza foi quando ele não recebeu a cobertura de que precisava. Como isto aconteceu? Tudo começou quando o caminhoneiro viu o anúncio da bendita proteção.

As taxas para adesão eram convidativas e parecia que o nosso amigo tinha um negócio imperdível em mãos. Ele pagava menos de 100 reais mensais pelo serviço. O problema é que o ganha-pão do Sêo Zé foi roubado em uma das muitas BRs pela qual viajava. Quando solicitou a indenização, em lugar do seis rodas, ficou a ver navios. O pior? Depois de um ano ainda é enrolado pela empresa.

 
 

 

Cuidado com as falsas cooperativas que vendem proteção veicular!

O Sêo Zé da nossa história acabou caindo no golpe das falsas seguradoras. E, acredite, ele não foi o único que entrou pelo cano. Embora existam cooperativas que atuam como alternativa aos seguros tradicionais, é preciso checar a sua credibilidade minuciosamente.

Pode ser até que não se trate de uma empresa falsa. O problema é que basta possuir má administração de recursos para prejudicar os “segurados”. Isto acontece porque há a divisão dos riscos dos veículos entre os sócios. Justamente o que permite valores mais em conta – ainda que se deva desconfiar quando a cobrança é inacreditavelmente vantajosa.

 
 

 

Principais riscos deste tipo de negócio

Os problemas mais frequentes envolvendo este serviço ocorrem nos casos de roubo e colisão. Justamente os gastos mais elevados são aqueles que não possuem garantia de ressarcimento. O problema ocorre porque não há órgão regulador para estas empresas. Isso é o oposto do que acontece com os seguros.

Estes seguem regras restritas da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Dentre as normas, está a obrigatoriedade de constituir reservas financeiras. Ou seja, a garantia de que o segurado receberá o que precisa. Na prática, a proteção veicular do Zé parece um seguro, mas não é.

 
 

 

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Agora, se você possui um caminhão como o Sêo Zé, sabe como evitar o perrengue por conta da proteção veicular? Buscando o seguro de uma empresa comprometida e com boa reputação no mercado. O seguro de caminhão da Carboni Corretora oferece tudo isto e permite que você trabalhe com mais tranquilidade. Faça uma simulação sem compromisso acessando este link.