Finanças pessoais: como organizar durante a faculdade

A faculdade é o símbolo da independência para os jovens. Mas esse divisor de águas vai muito além disso: geralmente é aquele momento da vida adulta em que o jovem sai da casa dos pais e descobre o mundo real. Além de pagar a própria universidade, ele precisa custear o aluguel, as contas fixas e ter uma grana sobrando para o lazer.

Parece uma missão impossível, mas não quando você possui controle sobre as suas finanças pessoais. Essa não é uma cultura enraizada no nosso país, mas aprenda enquanto há tempo: este o segredo para manter as contas em ordem e até juntar um dinheiro para garantir um futuro melhor. Quer aprender como? Nós vamos te explicar.

 
 

Receitas e despesas

Em primeiro lugar, não há como fazer um planejamento financeiro sem saber quanto você está recebendo e como está gastando o seu dinheiro. Esta é uma tarefa importante pois, quando alguém se propõe a poupar, normalmente a pessoa se dispõe apenas a guardar “o que sobrar” no final do mês. Se você pensar desta maneira, é tiro e queda: nunca sobrará nada.

Por isso, o primeiro passo é você registrar tudo o que entra e o que sai, como se fosse o fluxo de caixa de uma empresa. Há várias maneiras de se fazer isso, desde anotações de papel até o uso de planilhas ou softwares de controle financeiro.

A organização das despesas é a tarefa mais importante para controlar as suas finanças. Afinal, é quando você começa a perceber, de fato, para onde está indo o seu dinheiro. Já parou para calcular quanto você gasta por mês na lanchonete da sua faculdade?

 
 

 

Tipos de despesas

Mas claro, existem vários tipos de despesas, desde as fixas até aquelas mais superficiais. Para você que está começando a poupar, há uma regra chamada 50/20/30 para organizar o seu orçamento. As despesas são divididas em três categorias:

  • Necessidades: 50% da sua renda deve ser destinada aos gastos essenciais. Isso inclui água, luz, aluguel, alimentação, transporte e gastos com educação (faculdade) e saúde.
  • Poupança ou dívidas: 20% da renda para investimentos (ensinaremos como fazer). Se você tiver dívidas, é conveniente que use este percentual até que elas sejam quitadas.
  • Estilo de vida: 30% para aqueles gastos mais superficiais, como uma sobremesa na faculdade ou uma ida ao cinema. Obviamente, quando faltar dinheiro, é desta categoria que deve retirar um percentual.

 
 

 

Como investir?

A grande dúvida dos jovens reside na melhor forma de fazer este investimento. Há quem sonhe em poupar dinheiro com o objetivo de comprar um carro zero, para finalmente não depender mais de carona para ir à faculdade. Se este é seu desejo, uma excelente alternativa é fazer o consórcio de um veículo. Basta separar apenas R$ 20 por dia para fazer um consórcio auto. Quer saber mais? Clique aqui e confira.

Se o seu sonho for a casa própria, você também pode fazer o consórcio de um imóvel, o que permite inclusive fugir dos juros do financiamento tradicional. Para você que achou que era impossível poupar dinheiro, o caminho é simples: disciplina.

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